A resposta de ontem Qual editora sueca lançou Dandara em 2018? A Raw Fury, editora independente de Estocolmo conhecida pela série Kingdom. Ela publicou Dandara em 6 de fevereiro de 2018 para computador, Nintendo Switch, iPhone e Android, e depois levou o jogo da Long Hat House ao PlayStation 4 e ao Xbox One. |
Black Myth: Wukong começa onde o romance Jornada ao Oeste termina. Sun Wukong, o Rei Macaco, recusa um título oferecido pelo céu, enfrenta os exércitos celestiais e cai derrotado. O corpo vira pedra, e o espírito dele se espalha pelo mundo em seis relíquias.
O jogador controla o Predestinado, um macaco jovem da Montanha das Flores e Frutos, a terra natal de Wukong. A missão é achar as seis relíquias, que guardam os seis sentidos do Rei Macaco, e descobrir se o herói pode voltar.
Cada relíquia está com um yaoguai (os demônios e espíritos animais do folclore chinês). Cada capítulo leva a uma região diferente: florestas de bambu, desertos de areia amarela, templos cobertos de neve e a Montanha Flamejante do romance.
O bastão e os três estilos
A arma é o bastão, e o jogo dá três jeitos de usá-lo. No golpe esmagador, o macaco bate de cima para baixo; no golpe de pilar, finca o bastão no chão e sobe nele; na estocada, avança como uma lança.
Os ataques leves enchem uma barra de foco, e o foco acumulado solta golpes pesados que derrubam inimigos grandes. O ritmo pede esquiva. O macaco não carrega escudo.
Há também magias tiradas do livro. A mais famosa congela o inimigo no lugar por alguns segundos, e outra deixa o macaco arrancar pelos do corpo para soltar cópias de si mesmo na luta, como Wukong faz no romance.
O macaco ainda se transforma. Ao derrotar certos chefes, ganha a forma deles por alguns instantes, com outra arma e outros golpes. A transformação gasta uma barra própria, e o jogador escolhe a hora: no meio de uma luta difícil, virar outro demônio pode salvar a partida.
Cada chefe abatido entrega uma ferramenta nova, e a luta seguinte cobra essa ferramenta.
As 81 provações
Os chefes são o coração do jogo. O primeiro capítulo termina diante do Urso Negro, espírito que no romance rouba a túnica do monge Tang Sanzang, o mestre de Wukong na viagem.
No livro, o monge precisa atravessar 81 provações até chegar às escrituras budistas do Ocidente. O jogo pega o número como tema: cada chefe é uma prova, e a história de cada um aparece depois da luta, em pinturas e poemas.
Os poemas ficam num diário ilustrado, um para cada chefe e inimigo vencido. Quem lê descobre por que o lobo virou guarda, por que a cobra mudou de lado e de onde veio cada demônio.
O final depende de quanto o jogador explora. Quem acha os segredos do último capítulo vê um final escondido, em que o Predestinado pode recusar o aro de ouro que prendia a cabeça de Wukong.
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